As estrias não são mais do que cicatrizes formadas na pele depois de esta ser esticada a um ritmo mais rápido do que aquele que as suas fibras demoram a se ajustar. Atualmente ainda não é possível removê-las por completo, mas já existem cosméticos e procedimentos médicos que podem atenuar o seu aspeto.
A pele é um tecido elástico, e que por isso pode ser estendido quando as dimensões do nosso corpo se alteram. No entanto esta capacidade de distensão é limitada, e quando é ultrapassada resulta numa lesão cutânea. Esta lesão inicia-se na derme com a rotura das fibras de elastina e colagénio, e é seguida por uma reação inflamatória que dá o aspeto vermelho às estrias recentes.
Como consequência, as fibras de colagénio são reagrupadas tornado-se mais grossas e formando aglomerados mais densos e o aspeto da epiderme é igualmente alterado.
- Alterações hormonais e/ou aumento do volume corporal
Na adolescência, o corpo sofre alterações hormonais e anatómicas que quando conjugadas aumentam significativamento o risco do aparecimento de estrias.
- Gravidez
Pensa-se que a carga hormonal aquando da gravidez altere algumas características da pele, entre as quais a capacidade de adesão entre as fibras de colagéneo. Mas o maior crescimento da barriga e dos seios a partir do segundo semestre de gravizes contribui certamente para o aparecimento de estrias.
Se não forem prevenicas, estas lesões podem afetar aproximadamente 90% das grávidas.
- Uso prolongado de corticosteróides







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